A decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) de impedir que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) visite o pai durante 90 dias acabou sendo festejada por aliados do senador.
Na visão desses interlocutores, o copo pode ser visto como meio cheio: isolado do pai, o pré-candidato teria maior autonomia para tomar decisões sobre alianças nacionais e palanques nos estados.
Seria até mesmo uma espécie de livramento, nas palavras de um aliado: antes da decisão de Moraes, o senador tinha que consultar o pai para quase tudo.
Como Jair Bolsonaro disse que ele, e não a madrasta Michelle Bolsonaro, é seu porta-voz, ela, que será praticamente a única pessoa, com exceção dos advogados, a ter contato direto com o ex-presidente, não poderá falar em nome dele.
Depois da decisão de Moraes, Bolsonaro não teria sequer a possibilidade de fazer uma nova carta indicando a mulher como porta-voz.











