Ele é suspeito de coordenar uma ação em redes sociais voltada a comprometer a credibilidade e a atuação do Banco Central. Influencers foram contratados para difamar o Banco Central no caso Master Investigadores também apuram a possível atuação de uma organização criminosa dedicada à intimidação de jornalistas, monitoramento de pessoas ligadas a autoridades e à obtenção indevida de informações sigilosas. A defesa de Thiago Miranda afirma que ele não praticou "ato criminoso" e "não participou de condutas voltadas a intimidar, coagir, constranger ou violar direitos de terceiros". Encerramento de atividades de agência Também nesta segunda-feira, a defesa de Thiago Miranda afirmou que o publicitário encerrou as atividades da agência MiThi, citada nas investigações que apuram irregularidades cometidas por Daniel Vorcaro. Segundo a defesa, com o encerramento da MiThi, o publicitário vai tirar um "ano sabático". "Reconhecido por sua atuação intensa e por uma rotina dedicada integralmente ao trabalho, Thiago decidiu colocar um ponto final nessa etapa para viver um novo momento pessoal", diz nota encaminhada pelo advogado Rafael Martins. Conforme as investigações, a atuação de Thiago Miranda é considerada central na articulação de frentes voltadas à manipulação de informações, cooptação de profissionais e intimidação de desafetos da organização criminosa associada a Daniel Vorcaro. Thiago Miranda é apontado pela PF como o principal articulador do "Projeto DV", iniciais de Daniel Vorcaro, para proteger o dono do Banco Master em meio a notícias que abordavam as fraudes financeiras da instituição financeira. Empresário Thiago Miranda e Daniel Vorcaro — Foto: Reprodução
Thiago Miranda entrega passaporte à PF por ordem do STF | G1
Thiago Miranda cumpriu determinação do ministro André Mendonça após ser alvo de buscas por suspeita de coordenar ataques ao Banco Central e intimidar jornalistas.













