Após o Ibovespa disparar cerca de 3% na sexta-feira com os dados bem abaixo do esperado para o IPCA, o risco geopolítico reduz o ímpeto para que o índice avance Sede da B3 em São Paulo — Foto: Patricia Monteiro/Bloomberg O Ibovespa iniciou a sessão desta segunda-feira em queda, enquanto investidores acompanham a continuidade das tensões entre EUA e Irã. A troca de ataques entre os dois países ao longo do fim de semana levou Teerã a anunciar o fechamento do Estreito de Ormuz, mas o presidente americano, Donald Trump, elevou o tom e disse hoje pela manhã que os EUA serão os “guardiões do Estreito”. A piora da aversão a risco global eleva os preços de petróleo, o que penaliza ativos de risco. O movimento no índice, no entanto, é um pouco menos intenso da bolsa local em virtude da alta forte das ações da Petrobras. Após o Ibovespa disparar cerca de 3% na sexta-feira com os dados bem abaixo do esperado para o IPCA, o risco geopolítico reduz o ímpeto para que o índice avance. Por volta das 10h40, a principal referência acionária local perdia 0,41%, aos 177.139 pontos. No mesmo horário, o S&P 500 cedia 0,33% e o Stoxx 600 perdia 0,18%. Entre as blue chips, as PN da Petrobras subiam 2,52%, enquanto as ON da Vale cediam 0,94%. Bancos também apresentavam movimento misto: as ON do Bradesco lideravam os ganhos, com alta de 0,24%, ao passo que as ON do Banco do Brasil perdiam 0,92%.
Ibovespa cede com aversão a risco global, mas alta da Petrobras limita perdas
Após o Ibovespa disparar cerca de 3% na sexta-feira com os dados bem abaixo do esperado para o IPCA, o risco geopolítico reduz o ímpeto para que o índice avance






