* Por Jorge Seiti
Independente do setor de atuação, cada vez mais as empresas precisam conectar várias operações. A agroindústria, por exemplo, tem o desafio de adotar soluções IoT e M2M (machine to machine) em suas fazendas, conectar fábricas, escritórios, operações de logística terrestre, terminais marítimos no Brasil e em alguns casos até em outros países.
O que já é um trabalho complexo de implantação e manutenção por envolver diferentes soluções como fibra ótica, 4G/LTE, 5G, conexão satelital, pode ser ainda mais difícil conforme o número de integradores aumenta e cada um é responsável por uma operação.
Uma forma de simplificar o processo e aumentar a eficiência operacional é adotar um integrador centralizado. Essa metodologia, de ter uma operadora que atua como integrador, torna o controle de custos mais fácil e melhora a consistência nos serviços prestados por meio da centralização de contratos, cobranças, suporte, faturamento e monitoramento.
A gestão centralizada ainda facilita a implantação de controles de conformidade em todo o ambiente, reduzindo as vulnerabilidades causadas por uma gestão fragmentada. Se as operações precisarem crescer e adotar soluções como IoT e M2M, passar a usar agentes de IA ou simplesmente demandar mais processamento e transferência de dados é mais fácil unificar a adoção de novas tecnologias e recursos adicionais.










