0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Imagem ilustrativa de um carro elétrico carregando — Foto: Pexels RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 10/07/2026 - 19:50 BNDES aprova R$ 100 mi para produção de níquel no Piauí visando 2028 O BNDES aprovou um financiamento de R$ 100 milhões para a Piauí Níquel Metais, subsidiária da Brazilian Nickel Limited, para a produção de níquel e cobalto de alta pureza no Piauí. Esses metais são essenciais para veículos elétricos e a transição energética. Com previsão de iniciar a produção em 2028, o projeto visa posicionar o Brasil como fornecedor global competitivo de minerais estratégicos. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O BNDES aprovou financiamento de R$ 100 milhões para a Piauí Níquel Metais. Os recursos serão liberados para a compra de máquinas e equipamentos para a produção de precipitados de níquel e cobalto de alta pureza em Capitão Gervásio Oliveira (PI). Os metais são usados em veículos elétricos, na indústria aeroespacial e na cadeia de energia limpa. O plano de negócio da companhia foi um dos selecionados pela chamada pública para Investimentos em Transformação de Minerais Estratégicos, lançada por BNDES e Finep no ano passado. A Piauí Níquel Metais é uma subsidiária da mineradora britânica Brazilian Nickel Limited e foi criada no Brasil com foco principal na produção do Precipitado de Hidróxido Misto (MHP), usado como matéria-prima na fabricação de baterias de carros elétricos. “Financiar planos de negócios para a transformação de minerais críticos é investir na industrialização, na inovação em um mercado cada vez mais estratégico para a transição energética”, explica o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, em nota à coluna. O CEO da Brazilian Nickel, Mark Travers, sustenta que o projeto “vai posicionar o país como um fornecedor global altamente competitivo e responsável.” Com início da produção programado para 2028, o projeto no Piauí prevê capacidade de produção de 27 mil toneladas de níquel e 900 toneladas de cobalto por ano. A decantação combinada dos dois forma um sólido úmido conhecido como MHP, um intermediário que pode ser usado na produção de componentes de níquel das baterias de íon de lítio.