Órgãos federais estudam reforço na fiscalização da altitude dos voos sobre a Avenida das Américas 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Aeronaves na pista; ruído ainda é alvo de queixas — Foto: Fabiano Rocha/Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 10/07/2026 - 11:54 Colisão de helicópteros reacende debate sobre ruído aéreo no RJ Após colisão fatal entre helicópteros, o debate sobre o ruído de aeronaves ressurge na Barra e Jacarepaguá. Autoridades, incluindo Decea e Anac, avaliam reforçar a fiscalização da altitude dos voos sobre a Avenida das Américas. O Aeroporto de Jacarepaguá já monitora operações e possíveis infrações podem ser reportadas à Petrobras para punições. A PAX Aeroportos participa das discussões, enquanto a segurança e o impacto sonoro são priorizados. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Alvo de reclamações antigas de moradores da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá, o ruído provocado por aeronaves voltou, na última semana, a ser tema de discussão entre o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a PAX, concessionária do Aeroporto de Jacarepaguá. Entre as medidas em estudo está o reforço na fiscalização do cumprimento da altitude mínima prevista para voos sobre a Avenida das Américas. Segundo a Anac, o Aeroporto de Jacarepaguá já desenvolve um sistema para monitorar as operações. A agência informa que as possíveis ocorrências poderão ser comunicadas à Petrobras, responsável por aplicar eventuais punições às aeronaves que prestam serviço às suas plataformas. O Decea informa que atuará na regulamentação do espaço aéreo e na definição de procedimentos para minimizar o impacto sonoro sem comprometer a segurança das operações. Em nota, a PAX Aeroportos afirmou que participa das discussões, mas destacou que a fiscalização e a aplicação de penalidades são atribuições dos órgãos federais. A situação dos ruídos veio novamente à tona após a colisão entre dois helicópteros, no dia 14 de junho, no Recreio dos Bandeirantes. O acidente causou a morte de seis pessoas.