Ministro do Supremo também ordenou que a corporação explique situação de policial preso 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella — Foto: Reprodução vídeo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 11/07/2026 - 13:07 Alexandre de Moraes questiona PM do Rio sobre apreensão de armas em operação contra Márcio Canella O ministro do STF, Alexandre de Moraes, ordenou que a Polícia Militar do Rio esclareça a apreensão de armas em operação contra Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo, preso por porte ilegal de fuzil. Moraes questiona a legalidade do uso de armamento da PM em veículos particulares e o papel de policiais como seguranças de investigados. Canella foi libertado sob medidas cautelares, enquanto a investigação sobre lavagem de dinheiro continua. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Polícia Militar do Rio de Janeiro preste esclarecimentos sobre o armamento apreendido durante a operação. Moraes concedeu liberdade provisória ao ex-prefeito de Belford Roxo, mas cobrou explicações sobre as armas. Segundo o auto de prisão da Polícia Federal, os agentes encontraram um fuzil de uso restrito e pertencente à Polícia Militar dentro de um veículo na condomínio de Márcio Canella. A Polícia Federal prendeu, na última quarta-feira, o ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado pelo União Brasil, Márcio Canella, por porte ilegal de arma de uso restrito. A sexta fase da investigação visa a desarticular uma quadrilha suspeita de usar postos de gasolina para lavar dinheiro. O delegado Marcus Amim, ex-secretário de Polícia Civil do Rio, também é investigado. O armamento, apontou o ministro, estava sob responsabilidade de um sargento da PM. A defesa do político se posicionou, neste sábado, sobre o caso por meio de nota: "a prisão não se sustentava, uma vez que a arma encontrada em seu veículo era legalizada e registrada em nome de seu segurança". O advogado Pierpaolo Cruz Bottini também informou que q"todos os documentos foram apresentados ao Supremo Tribunal Federal, que subsidiaram a correta decisão. Canella continua a disposição para prestar todos os esclarecimentos a investigação". Em outro endereço alvo de buscas, o policial militar Antônio Gomes da Silva Neto, também foi flagrado com uma arma de fogo. A defesa do policial afirmou que prestava serviços de segurança para os investigados e afirmou que a sua presença no local não era clandestina. O ministro, apesar de conceder a liberdade a ambos, afirmou que há dúvidas sobre a legalidade da posse das armas da corporação dentro de veículos particulares, além da atuação de policiais como "seguranças" dos investigados. "Essas dúvidas não foram sanadas pela Defesa até o presente momento, justificando a manutenção da prisão em flagrante delito na audiência de custódia e deverão ser resolvidas com as necessárias informações que deverão ser prestadas pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro", afirmou o ministro. Na decisão, Moraes determinou a soltura dos envolvidos, mas impôs algumas medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de deixar o país e a suspensão imediata de qualquer documento de porte de arma.
Moraes determina que PM do Rio preste esclarecimentos sobre armas apreendidas em operação contra Márcio Canella
Ministro do Supremo também ordenou que a corporação explique situação de policial preso








