Sessenta e seis alunas do IFRJ (Instituto Federal do Rio de Janeiro), com idades entre 15 e 18 anos, foram vítimas de um ranking sexual criado por colegas na plataforma TierMaker, conforme registro policial.

O caso ocorreu em agosto do ano passado e, apesar de os autores terem sido identificados, o inquérito ainda não foi concluído.

Assim como ocorreu com as alunas do Colégio Cruzeiro nesta semana, em caso revelado pelo portal G1, o ranking foi montado na plataforma de tier list, formato em que itens são distribuídos em faixas de classificação.

As categorias traziam rótulos sexuais e depreciativos atribuídos às estudantes, segundo o relatado à polícia. O conteúdo já foi retirado do ar. No entanto, ao pesquisar pelos nomes das adolescentes, ainda é possível encontrar referências à lista na internet.

Procurada por e-mail, a plataforma não se manifestou.