Aeronave cargueira transportava apenas a tripulação operacional, sem passageiros; modelo acidentado era um Boeing 737-400 convertido para transporte de cargas e tinha 27 anos de uso 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Destroços do Boeing-737 desaparecido no Paquistão — Foto: Pakistan Airports Authority RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 09/07/2026 - 12:14 Desaparecimento de Boeing 737 Cargueiro no Mar Arábico: Buscas por Tripulantes Continuam Um Boeing 737-400 cargueiro da K2 Airways, com 27 anos de uso e convertido para transporte de cargas, desapareceu enquanto voava de Sharjah para Karachi, no Paquistão. Com cinco tripulantes a bordo, a aeronave relatou problemas de navegação antes de sumir dos radares. Os destroços foram achados no Mar Arábico, e as buscas pelos tripulantes continuam. O avião, originalmente de passageiros, foi adaptado em 2012 para carga. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Um avião cargueiro Boeing 737 desapareceu na noite da última terça-feira (7) após perder contato com o controle de tráfego aéreo enquanto fazia o trajeto entre Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos, e Karachi, no Paquistão. A aeronave, operada pela companhia paquistanesa K2 Airways, levava cinco tripulantes e havia informado uma falha no sistema de navegação minutos antes de desaparecer dos radares. Nesta quarta-feira, as autoridades do Paquistão localizaram os destroços da aeronave, e as equipes de resgate continuam as buscas tripulantes enquanto investigam as causas do acidente. Segundo a Autoridade Aeroportuária do Paquistão (PAA), que divulgou as imagens, os destroços foram encontrados a cerca de 53 milhas náuticas (98 quilômetros) ao sul do porto de Ormara, no Mar Arábico, após aproximadamente 12 horas de operações conduzidas pela Marinha paquistanesa e pela Agência de Segurança Marítima do país. A K2 Airways afirmou estar cooperando com a Autoridade de Aviação Civil do Paquistão e outras agências governamentais. — Continuamos a orar, sinceramente, pela segurança de nossos colegas — disse a empresa aérea no Facebook. Quem eram os tripulantes? Segundo as autoridades paquistanesas, os cinco ocupantes eram dois pilotos, dois engenheiros e um integrante da equipe de apoio operacional. A aeronave informou um problema no sistema de navegação antes de perder contato com o controle de tráfego aéreo. Dados de rastreamento indicam que o avião apresentou variações anormais de altitude antes de mergulhar no mar. Em aviões cargueiros, como era o caso deste Boeing 737-400, convertido para transporte de cargas, a quantidade de tripulantes costuma ser muito menor do que em aeronaves de passageiros. Como não há cabine de passageiros nem necessidade de comissários para atendimento ao público, a operação exige apenas a equipe responsável pela condução do voo e, em alguns casos, profissionais técnicos ou de apoio, dependendo da missão e da empresa aérea. O avião pertencia à companhia paquistanesa K2 Airways, que possui apenas essa aeronave em sua frota. O Boeing entrou em serviço em 1999 como avião de passageiros e foi convertido para cargueiro em 2012, passando a transportar exclusivamente mercadorias. Ficha técnica do Boeing 737-400 O Boeing 737-400 envolvido no acidente foi fabricado em 1999 e fazia parte da chamada "Classic Series" da família 737, desenvolvida pela Boeing entre o fim da década de 1980 e o início dos anos 2000. Greve de trabalhadores da fábrica da Boeing entra no segundo mês de greve 1 de 9 Membros do sindicato e trabalhadores da Boeing fazem manifestação em Seatle — Foto: Chona Kasinger/Bloomberg 2 de 9 Membros do sindicato e apoiadores durante uma manifestação no sindicato em Seatle. Cerca de 33 mil trabalhadores da Boeing estão em greve desde 13 de setembro — Foto: Chona Kasinger/Bloomberg X de 9 Publicidade 9 fotos 3 de 9 Um tronco gravado com a palavra “Strike” (greve em inglês) durante uma manifestação de funcionários da Boeing em Seattle — Foto: Chona Kasinger/Bloomberg 4 de 9 Os trabalhadores da fábrica da Boeing abandonaram o trabalho pela primeira vez em 16 anos, interrompendo a produção no centro de Seattle da fabricante de aviões — Foto: David Ryder/Bloomberg X de 9 Publicidade 5 de 9 Membros do sindicato e trabalhadores da Boeing, em greve desde 13 de setembro, fazem manifestação em Seatle — Foto: Chona Kasinger/Bloomberg 6 de 9 Cerca de 33.000 trabalhadores da fábrica da Boeing estão em greve desde 13 de setembro, devastando a produção e esgotando as reservas da Boeing — Foto: Chona Kasinger/Bloomberg X de 9 Publicidade 7 de 9 Cerca de 33.000 trabalhadores da fábrica da Boeing estão em greve desde 13 de setembro, devastando a produção e esgotando as reservas da Boeing — Foto: Chona Kasinger/Bloomberg 8 de 9 Um cartaz escrito “Our Pension Is Not Your Piggybank” (Nossa pensão não é seu cofrinho) durante uma manifestação do lado de fora do sindicato em Seatle — Foto: Chona Kasinger/Bloomberg X de 9 Publicidade 9 de 9 Cerca de 33.000 trabalhadores da fábrica da Boeing estão em greve desde 13 de setembro, devastando a produção e esgotando as reservas da Boeing — Foto: Chona Kasinger/Bloomberg Greve de trabalhadores da fábrica da Boeing entra no segundo mês de greve Inicialmente, a aeronave operou como avião de passageiros, mas foi convertida para transporte de cargas em 2012, prática comum para prolongar a vida útil desses modelos. Operado pela companhia paquistanesa K2 Airways, o cargueiro era equipado com dois motores turbofan CFM56 e realizava o voo entre Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos, e Karachi, no Paquistão. Na configuração original, o 737-400 podia transportar entre 146 e 188 passageiros, dependendo do layout adotado pela companhia aérea. Após a conversão, passou a transportar exclusivamente cargas em pallets e contêineres, sem assentos para passageiros.
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Aeronave cargueira transportava apenas a tripulação operacional, sem passageiros; modelo acidentado era um Boeing 737-400 convertido para transporte de cargas e tinha 27 anos de uso












