Eleições 2026
O palanque de Lula (PT) em Minas Gerais se transformou em um dos principais impasses da estratégia eleitoral do Partido dos Trabalhadores. Depois de perder o “plano A”, com a desistência do senador Rodrigo Pacheco (PSB), e o “plano B”, após a ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT) manter sua pré-candidatura ao Senado, o presidente passou a discutir alternativas no xadrez mineiro.
Nos bastidores, interlocutores afirmam que Lula já trabalha com diferentes cenários. Um deles é insistir em uma candidatura própria, mesmo sem um nome considerado competitivo. Outro envolve apoiar um aliado de fora do PT, hipótese que ganhou força com a resistência de Marília e as dificuldades para encontrar um quadro petista capaz de unificar a legenda e ampliar o alcance.
O deputado federal Patrus Ananias aparece como “plano C” e passou a ser citado por aliados como uma possibilidade para encabeçar a chapa do PT. Ex-prefeito de Belo Horizonte e ex-ministro de governos petistas, ele é visto como uma figura de trajetória consolidada no partido. Ainda assim, relatos de integrantes da campanha apontam que a alternativa não desperta grande entusiasmo no entorno de Lula, que continua a avaliar outras opções.








