0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Trecho da Avenida Rio Branco visto do alto do Theatro Municipal — Foto: Custódio Coimbra RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 08/07/2026 - 20:04 Mercado de Escritórios no Rio: Taxa de Vacância Cai para 23,5% O mercado de escritórios do Rio de Janeiro mostra sinais de recuperação após a pandemia, com uma redução contínua, mas lenta, da taxa de vacância, que caiu para 23,5% no segundo trimestre de 2026. O Centro do Rio, uma das áreas mais afetadas, se destaca com aumento significativo na ocupação, impulsionado por transações no setor governamental e de serviços, enquanto o preço médio de locação se mantém estável. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O mercado de lajes corporativas do Rio está se recuperando do trauma da pandemia, mas um metro por vez. No segundo trimestre, a cidade reduziu mais uma vez sua vacância — leia-se: espaço vazio nos prédios —, em uma queda incremental que corrobora a tendência de melhora contínua, mas lenta, desde 2021. Segundo dados exclusivos da consultoria Newmark, a taxa de vacância ficou em 23,5%, contra 24% no primeiro trimestre. No mesmo período do ano passado, eram 27,2%. O ritmo de recuperação, porém, diminuiu. As empresas “absorveram” 15 mil metros quadrados nos escritórios da cidade, contra 21 mil no começo do ano. “Ainda que o volume de transações tenha superado o de devoluções, a absorção líquida ficou 30% abaixo da observada no trimestre anterior. Na comparação com o 2º trimestre de 2025, no entanto, o desempenho foi significativamente superior. No acumulado do primeiro semestre de 2026, a absorção líquida alcançou 36 mil m², mais que o dobro do volume registrado no mesmo período do ano anterior”, explica a Newmark em seu relatório. O preço médio pedido para locação se manteve praticamente estável, em R$ 80 o metro quadrado por mês. Boa notícia Uma boa notícia é que o Centro do Rio, uma das áreas mais castigadas pelo esvaziamento dos escritórios, sustenta um fôlego maior: “Todas as principais regiões monitoradas apresentaram aumento de ocupação, com destaque para o Centro, que concentrou cerca de 11 mil m², seguido por Barra da Tijuca (1,9 mil m²) e Flamengo/Glória (1,6 mil m²). As transações foram lideradas, sobretudo, por ocupações do setor governamental e de serviços, em linha com o perfil tradicional de demanda da cidade.”