Presidente americano, DonaldTrump advertiu que bombardeios aumentarão significativamente caso Teerã continue atingindo embarcações no Estreito de Ormuz 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ataques aéreos dos EUA matam três no oeste do Irã, diz agência estatal — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 09/07/2026 - 02:38 EUA intensificam ataques aéreos no Irã, elevando tensão no Golfo Pérsico Ataques aéreos dos EUA no Irã mataram três pessoas, elevando a tensão entre os países. O presidente Donald Trump ameaçou intensificar os bombardeios se o Irã continuar atacando embarcações no Estreito de Ormuz. O conflito afeta a segurança marítima na região, elevando o preço do petróleo e dificultando o resgate de marinheiros. A retomada das hostilidades aumenta a preocupação global com a estabilidade no Golfo Pérsico. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Ataques aéreos dos Estados Unidos no Irã mataram três pessoas e feriram várias outras no oeste do país, informou a agência de notícias oficial IRNA nesta quinta-feira, citando uma autoridade local. Valiolah Hayati, vice-governador de Cuzistão para Segurança, disse a repórteres que todas elas foram vítimas de um ataque aéreo dos EUA nos arredores da cidade de Ahvaz, segundo a IRNA. Os Estados Unidos voltaram a atacar o Irã, nesta quarta-feira, após o presidente americano, Donald Trump, afirmar que considera encerrado o acordo provisório de cessar-fogo firmado entre os dois países em junho. Pouco depois dos novos ataques, Trump advertiu que os bombardeios aumentarão significativamente caso Teerã continue atingindo embarcações no Estreito de Ormuz. "Esta é uma represália pelo bombardeio de navios realizado ontem pelo Irã. Se isso voltar a acontecer, será muito pior", publicou nas redes sociais, juntamente com uma imagem de junho do ano passado, como se fosse uma foto dos novos bombardeios. Falando a jornalistas bordo do Força Aérea Um, no retorno da viagem à cúpula da Otan na Turquia, disse que atacou o Irã "porque, para ser sincero, eles são meio malucos", acrescentando que "parece loucura — eles estão um pouco fora de controle —, mas querem muito fechar negócio". Até o momento, não há qualquer indício de que Teerã pretenda retornar imediatamente à mesa de negociações. — Temos muitas maneiras de vencer, mas já vencemos militarmente — afirmou ao ser questionado se planejava retornar à "guerra total". Confira antes e depois da destruição em áreas do Irã 1 de 12 ANTES: Estruturas no quartel-general da Força Aeroespacial do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 2 de 12 DEPOIS: em várias estruturas no quartel-general da Força Aeroespacial do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 12 fotos 3 de 12 ANTES: base de mísseis em Garmdarreh, a leste da cidade de Karaj — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 4 de 12 DEPOIS: base de mísseis em Garmdarreh, a leste da cidade de Karaj — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 5 de 12 ANTES: guarnição de Khorramabad e ao complexo de mísseis da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 6 de 12 DEPOIS: consequências dos ataques aéreos à guarnição de Khorramabad e ao complexo de mísseis da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 7 de 12 DEPOIS: consequências dos ataques aéreos à guarnição de Khorramabad e ao complexo de mísseis da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 8 de 12 Impacto nas instalações de drones no Aeroporto de Chabahar, em Konarak — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 9 de 12 Danos também em Konarak, no Aeroporto Internacional — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 10 de 12 Base Naval de Konarak: navios destruídos e afundando, além de vários prédios alvejados — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 11 de 12 ANTES: Sistema de radar, Base Aérea de Zahedan — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 12 de 12 DEPOIS: Sistema de radar destruído, Base Aérea de Zahedan — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade Registros divulgados pela empresa de monitoramento Vantor mostram a extensão dos danos em bairros de Teerã após dias de bombardeios, enquanto o número de mortos no Irã já chega a pelo menos 787. A retomada das hostilidades entre Estados Unidos e Irã aumentou a preocupação com a segurança da navegação no Estreito de Ormuz e fez subir o preço do petróleo no mercado internacional. O conflito dificulta ainda a operação de resgate dos cerca de 6 mil marinheiros que estão há semanas em navios retidos na região. Os ataques desta semana atingiram três embarcações comerciais nas águas próximas à costa de Omã, entre elas um petroleiro saudita e um navio transportador de gás natural liquefeito do Catar. Embora o Irã não tenha assumido a autoria, os episódios aumentaram a preocupação com a segurança da navegação no Estreito de Ormuz. Dados da empresa de monitoramento marítimo Kpler mostram que apenas 36 embarcações cruzaram o estreito na segunda-feira, quando o primeiro navio foi atingido, um número muito inferior às mais de 100 travessias diárias registradas antes do início da guerra. Após a assinatura, em 17 de junho, de um acordo preliminar entre Teerã e Washington, o tráfego em Ormuz foi sendo lentamente retomado, embora ainda muito abaixo do registrado antes do conflito.
Ataques aéreos dos EUA matam três no oeste do Irã, diz agência estatal
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