O live-action de "Moana", a animação da Disney sobre uma jovem princesa polinésia que luta para salvar seu povo, chega aos cinemas dez anos depois do original. Seus produtores já sabem o que esperar —muita bilheteria e críticas sobre a falta de criatividade do estúdio, que insiste em reciclar materiais.
Assistir ao filme, com uma atriz desconhecida no papel principal e o onipresente Dwayne Johnson dando corpo ao semideus Maui, que ele dublou nos dois desenhos da franquia, confirma as expectativas. Deve conquistar crianças menores, reproduzindo fielmente a história do desenho e também o formato musical.
O filme tenta recuperar para a Disney as boas bilheterias que já vieram da estratégia de substituir seres de duas dimensões por atores reais. Quando o estúdio começou a explorar esse recurso, teve sucessos retumbantes. Em 2019, "O Rei Leão" faturou muito, assim como "Aladdin", que deve parte do sucesso à presença de Will Smith, então no auge da popularidade antes de distribuir tapas na cerimônia de entrega do Oscar.
Mas, nos últimos anos, o público pareceu menos empolgado com as adaptações de "A Pequena Sereia", "Branca de Neve" e "Lilo & Stitch" —ainda assim uma das maiores bilheterias de 2025. Para o estúdio, "Moana" parece ter mais potencial para voltar às cifras parrudas.













