Seop afirma que vendedores regularizados possuem crachás de identificação, mas entidade diz que equipamento não é utilizado na prática 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Vitrine na areia. Ambulante oferece modelos próprios para cliente na praia — Foto: Marcelo Theobald/Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 08/07/2026 - 12:35 Polêmica em Copacabana: Programa Tolerância Zero enfrenta críticas sobre identificação de ambulantes A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou o programa Tolerância Zero para intensificar a fiscalização na orla, mas enfrenta críticas da Sociedade Amigos de Copacabana sobre a identificação de ambulantes autorizados. Embora a Seop afirme que há crachás de identificação, a associação ressalta que coletes, anteriormente distribuídos, não são mais usados, dificultando a distinção entre vendedores regulares e irregulares. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Um dia após o anúncio do programa Tolerância Zero para reforçar a fiscalização na orla entre o Leme e o Leblon, a Prefeitura do Rio resondeu aos questionamentos da Associação de moradores Sociedade Amigos de Copacabana sobre a identificação de ambulantes. A explicação, no entanto, foi contestada pela entidade, que afirma que os equipamentos deixaram de ser utilizados e cobra a retomada dos coletes distribuídos pela própria administração municipal. Em nota, a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) informou que os ambulantes autorizados que trabalham na faixa de areia possuem crachá de identificação. A pasta acrescentou que os ambulantes de pontos fixos, como os barraqueiros, contam com barracas padronizadas e cartão de autorização de funcionamento. A resposta foi dada após a associação divulgar uma nota questionando o fato de o decreto que instituiu o programa Tolerância Zero não mencionar a identificação visual dos vendedores autorizados. A entidade lembrou que, em março de 2023, a própria Seop distribuiu cerca de 400 coletes e crachás para ambulantes que atuam de forma itinerante na orla. Segundo a associação, a iniciativa, que havia sido retomada após a pandemia para facilitar a fiscalização e dar mais segurança a moradores, turistas e aos próprios trabalhadores, acabou sendo abandonada. Após a manifestação da Prefeitura do Rio, a Sociedade Amigos de Copacabana voltou a se posicionar por meio do presidente Horácio Magalhães, que afirmou que a resposta não esclarece por que os coletes deixaram de ser utilizados. — E o colete? Além disso, se você achar um ambulante com o crachá você é um sortudo — afirmou. O debate ocorre após o prefeito Eduardo Cavaliere anunciar que o programa Tolerância Zero começará a ser implementado no próximo dia 16. A operação prevê fiscalização permanente, 24 horas por dia, parulhamento ostensivo, pontos de controle de acesso, apreensão de mercadorias sem comprovação de origem e combate a depósitos clandestinos que abastecem o comércio irregular na orla da Zona Sul. Para a associação de moradores, o reforço da fiscalização também passa pela identificação visível dos ambulantes autorizados, permitindo que moradores, turistas e agentes públicos consigam distinguir quem atua de forma regular daqueles que ocupam irregularmente o espaço público.
Tolerância Zero: Prefeitura diz que ambulantes autorizados têm identificação, mas moradores contestam e cobram coletes
Seop afirma que vendedores regularizados possuem crachás de identificação, mas entidade diz que equipamento não é utilizado na prática







