PUBLICIDADE Ação começa na quinta-feira com 138 agentes distribuídos entre Leme, Copacabana, Ipanema, Arpoador e Leblon para impedir a instalação de carrinhos e o abastecimento do comércio irregular. 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Irregularidades na orla da Zona Sul da cidade. Na foto vendedores ambulantes na praia de Ipanema. — Foto: Guito Moreto/ O GLOBO RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 05/07/2026 - 12:50 Rio lança operação 24h para combater ambulantes irregulares na Zona Sul A Prefeitura do Rio de Janeiro inicia uma operação 24 horas para combater ambulantes clandestinos na orla da Zona Sul. A ação, que começa nesta quinta-feira, envolve 138 agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública para fiscalizar áreas como Leme, Copacabana e Ipanema. A estratégia inclui controle de acesso e monitoramento de 69 pontos, visando eliminar o comércio irregular e garantir ordem na região. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Em meio às queixas de que ambulantes clandestinos tomam a orla da Zona Sul, inclusive com caixas de som durante a noite, como mostraram reportagens de O GLOBO, o prefeito Eduardo Cavaliere anuncia, nesta semana, que, a partir da próxima quinta-feira, haverá uma nova estratégia para tentar ordenar as atividades, que vai cobrir Leme, Copacabana, Ipanema, Arpoador e Leblon., numa política de tolerância zero. Ao todo, 138 agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública vão atuar 24 horas por dia, em duplas e em turnos de 12 horas, para tentar impedir a instalação de carrinhos e o fornecimento de mercadorias a ambulantes clandestinos. — Quem não tem autorização para trabalhar no calçadão não vai atuar. Isso sempre foi proibido. A diferença é que criamos um protocolo para que isso não aconteça mais. Vamos, inclusive, implantar uma espécie de controle de acesso à praia nas ruas transversais para coibir esse tipo de atividade — disse o prefeito. Desordem na orla - Irregularidades na orla da Zona Sul da cidade. Na foto vendedores ambulantes na praia de Ipanema, próximo ao Arpoador. — Foto: Guito Moreto/ O GLOBO O plano mapeou 69 pontos de acesso à orla. Cada dupla de fiscais será responsável por monitorar o entorno. Só no Leme e em Copacabana, serão 30 pontos de controle, que se estendem, por exemplo, pela Avenida Princesa Isabel, Rua Miguel Lemos e Praça do Lido. Ipanema terá 21 equipes e o Leblon, outras 15; enquanto o Arpoador terá mais três. O modelo que será empregado toma como base a premissa de que uma ocupação mais efetiva desestimula o comércio irregular. Ainda assim, cada região segue uma estratégia conforme a realidade local. No início do ano, quando o forte calor do verão atraiu multidões para o Arpoador, inclusive de madrugada, a decisão tomada foi fechar a Pedra do Arpoador ao público entre 21h e 4h. Entre 21h e 23h, os agentes atuam para a retirada de banhistas que permanecerem no local. Em maio, o município também passou a usar drones para monitorar o entorno do Saara e da Rua Uruguaiana. E, na semana passada, anunciou ações para ordenar o entorno da Escadaria Selarón, na Lapa. Essa não foi a primeira iniciativa da prefeitura para tentar ordenar a orla. Ao longo das últimas décadas, vários projetos foram anunciados. Em 2007, o então prefeito Cesar Maia criou um comitê gestor da orla para ajudar a planejar ações de controle urbano. Antes, ele já havia editado um decreto consolidando todas as atividades permitidas e proibidas nas praias da cidade. Nos últimos anos, também foram anunciadas inúmeras iniciativas para combater o comércio ambulante clandestino, o uso de equipamentos de som e a venda de churrasquinho na areia, que não conseguiram eliminar as irregularidades.
Prefeitura terá operação 24 horas contra ambulantes clandestinos na orla da Zona Sul
Ação começa na quinta-feira com 138 agentes distribuídos entre Leme, Copacabana, Ipanema, Arpoador e Leblon para impedir a instalação de carrinhos e o abastecimento do comércio irregular.







