Com trabalhos em alguns dos principais museus do mundo, artista faz parte da exposição ‘Síntese - Arte e tecnologia na Coleção Itaú’, no Museu do Amanhã, no Rio “Sou artista e poeta, não cientista”, diz Eduardo Kac — Foto: Fabio Seixo/Divulgação “Isto é arte?” Esta é a pergunta que o artista visual Eduardo Kac vem ouvindo insistentemente desde que começou a apresentar seus trabalhos, nos anos 1980, ainda no Brasil. Radicado nos Estados Unidos há mais de três décadas, nem a pergunta, nem mesmo a afirmação peremptória de que o que ele faz “não é arte”, impediram que seguisse com suas investigações criativas, que o conduziram da holopoesia à criação de um coelho verde fluorescente e à arte espacial.
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