O que uma firma de private equity e uma estrela do tênis têm em comum? (Desculpe decepcionar, mas isso não é o começo de uma piada). Segundo Novak Djokovic, 24 vezes campeão de Grand Slam e medalhista de ouro olímpico, ambos são movidos por "disciplina, pensamento de longo prazo e coragem para continuar melhorando".
Lendo as razões do tenista para sua nomeação na General Atlantic como consultor estratégico global da firma de private equity, parecia que ele tinha tirado as palavras do nada. Ele poderia facilmente ter citado pontos em comum como comer comida, usar sapatos e ganhar muito dinheiro.
A aliança é o mais recente desdobramento da entrada do private equity no esporte, incluindo futebol, Fórmula 1 e críquete, entre outros. O setor chegou até ao esporte juvenil, provocando uma campanha de políticos americanos para "expulsar o private equity do esporte infantil e acabar com a exploração".À medida que a cooperação ganha força, Djokovic é um entre vários esportistas nomeados para cargos em serviços financeiros. Sir Andy Murray é sócio associado da Redrice, firma de capital de risco. A também estrela do tênis Serena Williams fundou a sua própria.
Recrutar estrelas para suas fileiras pode bajular executivos financeiros ultracompetitivos, que já abandonaram o velho clichê do ricaço sedentário em favor de esportes de resistência e competições de Hyrox. Como dizia uma manchete: "O verdadeiro poder de um CEO é ter abdômen tanquinho". Usando um colete com peso de 9 quilos, Mark Zuckerberg completou recentemente o Murph Challenge, que inclui uma corrida de 1,6 quilômetro, 100 barras, 200 flexões e 300 agachamentos livres.








