Autoridades ainda não explicaram causa do apagão, o terceiro a atingir o país neste ano, que deixou durante a noite uma população de quase 10 milhões de habitantes sem energia Um homem usa a lanterna do celular para iluminar o caminho enquanto caminha por uma rua em Havana, Cuba , em 6 de julho de 2026, quando a rede elétrica nacional de Cuba entrou em colapso ao meio-dia, deixando cerca de 10 milhões de pessoas sem energia — Foto: REUTERS/Norlys Perez Cuba enfrentava dificuldades nesta terça-feira para restabelecer o fornecimento de energia elétrica após o colapso de sua rede nacional no dia anterior, deixando milhões de pessoas ainda sem eletricidade em toda a ilha caribenha. As autoridades ainda não explicaram completamente a causa do apagão de segunda-feira, o terceiro a atingir o país neste ano, que deixou durante a noite uma população de quase 10 milhões de habitantes, já exausta, sem energia. A operadora da rede elétrica do país, a UNE, informou na manhã desta terça-feira que havia reconectado a região central de Cuba ao sistema elétrico, do porto de Mariel até a província de Sancti Spíritus, mas que as extremidades leste e oeste da ilha permaneciam sem energia. Cerca de um terço da capital, Havana, havia tido o fornecimento restabelecido na manhã desta terça-feira, embora grandes áreas continuassem sem eletricidade e o serviço permanecesse instável mesmo onde já havia sido retomado. O mais recente colapso da rede elétrica ocorre no momento em que os Estados Unidos aumentaram significativamente a pressão sobre Cuba, interrompendo o fornecimento de combustível para a ilha e impondo severas sanções, em uma tentativa do governo Trump de forçar uma mudança no governo comunista cubano. Cuba e as Nações Unidas classificaram as medidas do governo Trump como ilegais e uma violação dos direitos humanos dos habitantes da ilha.