O macrossetor TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) no Brasil projeta a criação de 33 mil novos empregos formais, no formato CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), em 2026. A maioria das vagas do segmento, no entanto, realizam contratações de PJs (pessoas jurídicas) no regime MEI (Microempreendedor Individual).
As infromações são de pesquisa da Brasscom, associação das empresas de TIC. Segundo a pesquisa, a criação de vagas formais se concentrará no segmento de serviços e software, enquanto os outros cinco operam em estagnação ou retração.
A formalização é um dos principais desafios do setor, na visão da organização. Os principais obstáculos para mais contratações CLT, segundo a Brasscom, são o ambiente regulatório e o custo de contratação. A entidade elenca a reoneração gradual da folha de pagamento como um dos fatores detratores da criação de vagas formais na área.
Em 2025, o número de novas vagas CLT na tecnologia foi menor do que a projeção da Brasscom. Foram 23,7 mil vínculos criados, enquanto a projeção classificada pela organização como "conservadora" previa mais de 30 mil postos.
Houve desaceleração de 39% no crescimento do emprego CLT em 2025 na área —terminou 2024 com 51,8 mil novas vagas CLT e 2025 com 31,4 mil







