Negócios de fachada eram usados para pagar fiscais; empresa suspeita tinha três sedes em Diadema (SP) Um dos aspectos que chamam a atenção em denúncias apresentadas pela Promotoria no caso da máfia dos fiscais nas fraudes do ICMS-ST são os diversos negócios de fachada, de salão de beleza a borracharia, usados ativamente pelos suspeitos. Há uma investigação em curso desde 2025 na Gedec, o grupo de repressão a delitos econômicos do Ministério Público paulista, para destrinchar esses crimes.
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