Como muitos sabem, a Monks Films está produzindo o filme da Copa do Mundo da Fifa de 2026 para a Disney. O projeto conta com Fernando Sulichin —produtor que já colaborou com Oliver Stone, Sean Penn e Melania Trump— ao lado de Pablo Bossi, da Los Muchachos. A partir disso, podemos traçar uma analogia interessante.
O torneio de 2026 caminha para se tornar um dos eventos esportivos mais importantes da história.
Sediada nos Estados Unidos, Canadá e México, é a primeira competição verdadeiramente trinacional, com expectativa de audiência e interesse comercial recordes. Um palco global de proporções inéditas.
Nesse cenário estão dois ícones atemporais do futebol: Lionel Messi e Cristiano Ronaldo. Ambos atletas extraordinários. Líderes excepcionais. Artilheiros vorazes. Dois dos maiores jogadores de todos os tempos. Mas com perfis profundamente diferentes.
Messi joga pelo coletivo; o craque português, pelo protagonismo. A afirmação pode soar injusta, pois ele ajudou Portugal a passar pela fase de grupos, além de possuir disciplina, longevidade e ambição inquestionáveis. Mas a distinção de estilos importa, servindo como um paralelo útil para a nossa indústria.








