Natural de Piracicaba (SP), Alessandro Penezzi teve seu primeiro contato com o violão aos cinco anos, com o auxílio do pai e da mãe, que dedilhavam de vez em quando o instrumento. O grande salto, porém, ocorreu quando teve aulas com o mestre Sergio Belluco, a quem se refere como o grande responsável por seu conhecimento musical.
Penezzi se desenvolveu tanto que se tornou um dos mais virtuosos violonistas brasileiros da atualidade — principalmente de choro —, com 18 álbuns lançados entre trabalhos solo, em duo (com Proveta, Alexandre Ribeiro, Yamandú Costa, Fabio Peron e maestro Laércio de Freitas) e em grupo.
Seu mais recente trabalho, Sonho, foi finalista na categoria instrumental do Prêmio da Música Brasileira 2026. “Esse disco veio de uma experiência onírica”, resumiu, em entrevista a CartaCapital.
Esse álbum solo surgiu da produção de melodias a partir de sonhos que teve, os quais registrava por escrito na madrugada ou ao amanhecer. Para isso, mantinha caneta e papel ao lado da cama.
Há músicas relacionadas às abelhas — um sonho que resultou de um documentário a que assistiu — e à Floresta Amazônica. O repertório do disco tem choro, frevo, chamamé, cateretê, valsa e fado.










