Para economista, ainda há sinais de que a autoridade monetária se mostra mais preocupada com a atividade econômica, e não com a inflação Solange Srour, da UBS Wealth, vê incerteza relevante na função de reação do BC — Foto: Anna Carolina Negri/Valor Em sua última rodada de comunicação, ainda que tenha tentado desfazer parte dos ruídos, o Banco Central (BC) continuou a gerar dúvidas sobre se tem mais preocupação com a atividade econômica do que com a inflação. Ao mesmo tempo, ainda há uma incerteza relevante, que já começava a dar sinais antes mesmo da reunião de junho, sobre a chamada função de reação na condução da política monetária. “É necessário agir. Se o BC está, de fato, mirando a inflação no centro da meta, não existe mais espaço para cortar juros. Seria interessante não dar um passo atrás em toda a transparência na comunicação que tivemos de 2016 até agora.”
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