O Ministério Público de São Paulo pediu para que a gestão Tarcísio de Freitas informe quais medidas foram tomadas após alunos de uma escola estadual passarem mal por inalarem um tipo de gás proveniente de um batalhão da Polícia Militar.

O ofício assinado pelo promotor João Paulo Faustinoni e Silva foi entregue nesta sexta-feira (3) ao governo, que terá 30 dias para respondê-lo.

Nele, Silva questiona se a gestão instaurou procedimento administrativo e se há uma articulação para prevenção de acidentes semelhantes, considerando a proximidade entre o batalhão da Polícia Militar (PM) e a escola.

A SSP (Secretaria da Segurança Pública) disse à coluna nesta sexta que "a ocorrência é alvo de procedimento apuratório instaurado pela Polícia Militar, com o objetivo de esclarecer as circunstâncias dos fatos e adotar as providências cabíveis".

No dia 29 de março, alunos da Escola Estadual Professor Paulo Roberto Faggioni, no bairro Limoeiro, extremo leste de São Paulo, passaram mal no início da noite.