MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%Oferecido por Ministro da Fazenda concedeu entrevista exclusiva ao g1 nesta sexta-feira (3). O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu em entrevista ao g1 nesta sexta-feira (3) que prevaleça a racionalidade dos EUA sobre a proposta de tarifa extra de 25% a produtos brasileiros. O Escritório de Comércio dos EUA concluiu, com base na Seção 301 da Lei de Comércio, que práticas do Brasil "oneram ou restringem" o comércio com os americanos, propondo a retaliação tarifária. Durigan rebateu as críticas ao PIX, dizendo que o sistema é uma infraestrutura brasileira oferecida universalmente e que o argumento de prejuízo a empresas americanas não faz sentido. Na quinta-feira (2), o Brasil apresentou defesa formal aos EUA, assinada pelo chanceler Mauro Vieira, e o governo propôs um "mapa do caminho" em reunião recente para tentar evitar a tarifa. O ministro Dario Durigan em entrevista ao g1 — Foto: Reprodução/TV Globo O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu em entrevista exclusiva ao g1 nesta sexta-feira (3) que prevaleça a racionalidade na decisão dos Estados Unidos sobre a proposta de aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre mercadorias brasileiras. "São argumentos que, quando colocados, o Brasil tem razão. Então, eu espero que prevaleça a racionalidade, prevaleça o argumento técnico e essas tarifas não fiquem de pé em relação ao Brasil", disse o ministro. O relatório final do USTR listou, em áreas, as preocupações do governo de Donald Trump em relação ao Brasil: comércio digital e serviços de pagamento (PIX); regulação de redes sociais; tarifas preferenciais desleais; desmatamento ilegal; acesso ao mercado de etanol; e proteção da propriedade intelectual. "O argumento de que o PIX prejudica atores norte-americanos não faz nenhum sentido. (...) O PIX é um meio de pagamento, é uma infraestrutura que o Brasil desenvolveu a várias mãos, há muito tempo, e que é oferecida universalmente. Qualquer empresa, qualquer pessoa que atue no Brasil tem acesso ao PIX", afirmou Durigan. A nova taxa ainda não está valendo. Pela legislação americana, a investigação formal precisa ser concluída e uma série de consultas públicas deve ser realizada antes que as medidas entrem em vigor. "Quando a gente olha para a Seção 301, que são acusações específicas, o que me parece é que eles estão desatualizados. Acho que eles estão achando que estão falando ainda com o governo anterior. Eles dizem: "o desmatamento no Brasil é alto". Não. Está desatualizada essa informação. Quando passava a boiada e o desmatamento era alto, era no governo anterior. Agora, nós estamos com mínima de desmatamento na Amazônia, na Mata Atlântica". LEIA TAMBÉM: Brasil nega que PIX ameace empresas americanas