0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro acena em sua residência em Brasília — Foto: Sergio Lima / AFP O Exército não vai abrir um procedimento interno para apurar o caso do sargento Estácio Leite da Silva Filho, flagrado em blitz no Distrito Federal portando uma arma de Jair Bolsonaro. Como o militar já foi indiciado pela Polícia Civil e está “sob judice”, ou seja, responde a processo na Justiça comum, a Força aguarda o desfecho do caso antes de instaurar qualquer sindicância ou processo disciplinar. Estácio, que integra a equipe de segurança do ex-presidente, foi parado no mês passado com uma pistola Glock 9mm no carro. Segundo a Polícia Civil, ele não tinha autorização para portar a arma e descumpria as normas legais para o porte. O sargento foi indiciado por porte ilegal de arma, com agravante por ser militar do Exército. Segundo o blog da jornalista Julia Dualibi, da Globonews, Estácio afirmou em depoimento que transportava a arma a pedido de Bolsonaro para conserto. Ele também disse que a arma estava inutilizada por decisão da equipe de segurança do ex-presidente, com aval de Michelle Bolsonaro.

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