"Lula é o único que quer o tarifaço contra produtos brasileiros. Provocou, esbravejou, não negociou e fez lobby a favor do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do Comando Vermelho para que não fossem classificados como terroristas", escreveu o pré-candidato à Presidência em sua página na rede social X (leia abaixo). Segundo o senador, o governo do petista "envergonhou o Brasil" ao trabalhar junto ao governo de Donald Trump para evitar que facções brasileiras fossem classificadas como terroristas. Ele cita que o presidente "ignorou o sofrimento de mais de 50 milhões de brasileiros que moram em áreas dominadas por esses narcoterroristas". Flávio Bolsonaro rebate Lula sobre novo tarifaço prometido pelos EUA — Foto: Reprodução "Fez isso acreditando que pode transformar a possível punição às empresas brasileiras em uma falsa narrativa de “defesa da soberania”. Lula está se lixando para o Brasil. Faz qualquer coisa para tentar se reeleger", escreveu Flávio Bolsonaro. "Na próxima semana, volto aos Estados Unidos para reforçar essa defesa. Meu pedido é simples: não imponham tarifas ao Brasil. Não punam os brasileiros pelos erros do lulopetismo", afirmou Flávio Bolsonaro. Lula diz que o Brasil 'não está à venda' Nesta quinta-feira (2), Lula disse que o Brasil "não está à venda" e criticou o pedido feito pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao governo Donald Trump para que a aplicação de tarifas contra produtos brasileiros seja adiada para depois das eleições de outubro. Em uma rede social, Lula afirmou que não há justificativas para a imposição de novas taxas sobre exportações brasileiras pelos EUA, nem antes e nem depois das eleições presidenciais. A declaração do petista é uma reação à manifestação de Flávio enviada nesta quarta-feira (1º) ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), na qual o pré-candidato do PL à Presidência diz que a aplicação de novas tarifas de 25% pode fortalecer Lula politicamente em um ano eleitoral. Crises pressionam as campanhas de Flávio Bolsonaro e Lula na corrida ao Planalto No documento, Flávio pede ao governo Donald Trump o adiamento da medida tarifária por 180 dias. Para Lula, a possibilidade de aplicação de novas taxas tem origem em articulações da família Bolsonaro e que a carta enviada por Flávio, com o pedido de adiamento, "é mais uma atitude de traidores da pátria". "O mais absurdo é saber que a origem disso tudo foi motivada pela própria família Bolsonaro que defendeu publicamente o aumento de tarifas contra os produtos brasileiros", declarou Lula.
Taxas dos EUA: Flávio Bolsonaro rebate Lula e nega apoio ao tarifaço | G1
Declaração do senador acontece depois de o presidente dizer que o Brasil "não está à venda" e culpar Flávio e filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro pela taxação.














