Ligado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, programa está com repasses atrasados há três meses, segundo trabalhadores 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Protesto dos profissionais do programa Rio Sem LGBTfobia aconteceu no Centro do Rio — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 02/07/2026 - 14:51 Funcionários do Rio Sem LGBTfobia protestam por salários atrasados e ameaçam serviços essenciais Trabalhadores do programa Rio Sem LGBTfobia protestaram no Centro do Rio contra o atraso de três meses nos salários, comprometendo serviços essenciais para a população LGBTQIA+. Vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social, o programa opera 24 centros de cidadania com suporte jurídico e psicossocial. A falta de repasses ameaça a continuidade dessas importantes políticas públicas no estado. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Profissionais do programa Rio Sem LGBTfobia realizaram, na manhã desta quinta-feira, um protesto em frente ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para denunciar o atraso de três meses no pagamento dos salários e cobrar a regularização dos repasses destinados à execução do convênio. Segundo os trabalhadores, mais de 400 colaboradores estão sem receber e a situação coloca em risco a continuidade de uma das principais políticas públicas de atendimento à população LGBTQIA+ no estado. Criado por lei estadual e vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, o Rio Sem LGBTfobia mantém 24 Centros de Cidadania LGBTQIA+ em diferentes regiões do estado, com serviços de acolhimento, orientação jurídica, atendimento psicossocial e encaminhamento para políticas públicas. O programa também inclui a Escola Divinis, voltada à qualificação profissional de pessoas LGBTQIA+ e idosos. Segundo os manifestantes, a falta de repasses pode interromper o atendimento prestado diariamente à população em situação de vulnerabilidade.
Sem salários, trabalhadores do Rio Sem LGBTfobia protestam no Centro
Ligado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, programa está com repasses atrasados há três meses, segundo trabalhadores







