Com "spoilers" ou sem? O que você acha que prefere? A gente nunca sabe até o "spoiler" ser dado. Tem uns imperdoáveis, como contar que o personagem do Bruce Willis está morto desde o começo do filme "O Sexto Sentido". Estraga toda a experiência. Mas o que dizer sobre o clássico "A Morte do Caixeiro Viajante", de Arthur Miller, cujo título entrega o final da trama? Ou "Titanic", um dos longas de maior sucesso da história do cinema?
Mas, se você está comigo até aqui, quase consigo apostar que não é pelo frisson de conhecer as novas piadas de Louis C.K., mas para saber o que ele aprontou. Então vamos logo tirar esse elefante do meio da sala. Em abril de 2017, quase dez anos atrás, a Netflix lançou o especial "Louis C.K., 2017" e anunciou que aquela seria a estreia do comediante no canal, que havia assinado um contrato para apresentar mais duas atrações.
Foi um bom ano para ser Louis C.K., aquele 2017. Ele já tinha seis outros especiais lançados pela HBO, todos muito elogiados; havia criado, protagonizado e dirigido a ótima série "Louie", que teve cinco temporadas e ganhou várias estatuetas do Emmy entre 2010 e 2015; já tinha escrito roteiros de longas, fez parte do grupo de roteiristas do "Saturday Night Live" e, dez anos antes, já tinha saído dos bastidores para a frente do palco. Estava rico e famoso.









