Um dos alvos de sanção dos Estados Unidos por envolvimento com o PCC (Primeiro Comando da Capital) já entrou na mira da Polícia Federal e do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público de São Paulo.
O governo americano anunciou, nesta terça-feira (1º), sanções contra dois brasileiros, três empresas sediadas em São Paulo e uma empresa portuguesa acusados de integrar um esquema de lavagem de dinheiro para o PCC.
Em 2024, Victor Henrique de Oliveira Shimada foi preso no âmbito da Operação Retorno Velado, deflagrada pela Polícia Federal em São Paulo. Na ocasião, também teve o passaporte cancelado.A investigação apurava o desvio de mais de R$ 35 milhões das reservas de uma instituição financeira por meio de um furto qualificado eletrônico ocorrido em agosto daquele ano.
Além desse caso, Shimada também foi denunciado em 2025 na investigação conduzida pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil sobre suspeitas de irregularidades no contrato de patrocínio entre o Corinthians e a casa de apostas VaideBet.
Segundo a denúncia do Ministério Público, Shimada teria desempenhado papel central na estrutura utilizada para lavar parte dos recursos desviados do clube, especialmente por meio da empresa Victory.











