Banco público mantém a liderança no segmento, respondendo por cerca de 68% das operações de financiamento habitacional A Caixa alcançou em junho a marca de R$ 1 trilhão na carteira de crédito imobiliário. O banco público mantém a liderança no segmento, respondendo por cerca de 68% das operações de financiamento habitacional. Segundo o banco, a soma de R$ 1 trilhão corresponde a um crescimento de mais de 14% em 12 meses. No primeiro trimestre de 2026, foram originados R$ 64,2 bilhões em crédito imobiliário, crescimento de 30,6% na comparação anual. “Em 2024, o banco já havia registrado recorde histórico de R$ 223,6 bilhões em contratações, com mais de 800 mil imóveis financiados. O desempenho de 2024 foi superado no ano seguinte, quando foi registrado novo recorde de R$ 246,4 bilhões em contratações e mais de 873 mil imóveis financiados”, afirma a Caixa, em nota. “Esse resultado histórico significa que milhões de famílias puderam realizar o sonho da casa própria, com mais segurança, dignidade e qualidade de vida. É o reflexo de uma estratégia consistente voltada à ampliação do acesso ao crédito e focada na diversificação das fontes de recursos”, diz o presidente da Caixa, Carlos Vieira, na nota. “O crédito imobiliário segue como uma das principais alavancas de crescimento do banco, impulsionado, em grande medida, pelo desempenho do Minha Casa, Minha Vida, programa fundamental para a ampliação do acesso à moradia, o aquecimento da cadeia da construção civil e a geração de empregos. A Caixa seguirá garantindo liquidez ao mercado e previsibilidade ao financiamento habitacional”, acrescenta Vieira. No caso do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), a Caixa destaca que responde por praticamente a totalidade dos financiamentos do programa, sendo o principal agente de implementação da política habitacional federal. “Cerca de 58,4% da carteira de crédito imobiliário do banco é referente ao MCMV, com o alcance de 659,2 mil unidades financiadas somente no último ano”, diz a instituição. Carlos Vieira, presidente da Caixa — Foto: José Cruz/Agência Brasil