Os cânceres de cabeça e pescoço incluem tumores que podem acometer a cavidade oral, a faringe, a laringe, as glândulas salivares, a cavidade nasal e os seios paranasais. Em comum, muitos deles compartilham fatores de risco importantes, como tabagismo, consumo excessivo de álcool e, em alguns casos, infecção pelo papilomavírus humano (HPV). Segundo um levantamento do Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil, o câncer de cabeça e pescoço deve acometer anualmente de 35 mil a 40 mil brasileiros.
Durante o Julho Verde, campanha nacional voltada à conscientização sobre essas doenças, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) reuniu informações que ajudam a compreender os principais fatores de risco, reconhecer os sinais de alerta e entender por que o diagnóstico precoce continua sendo a principal ferramenta para aumentar as chances de cura.
“O grande desafio dos cânceres de cabeça e pescoço é que muitos sintomas iniciais podem parecer problemas simples e acabam sendo negligenciados. Quando o paciente chega ao especialista, frequentemente a doença já está em estágio avançado. Por isso, informação e conscientização continuam sendo ferramentas fundamentais para mudar esse cenário”, afirma Paulo Henrique Fernandes, presidente da SBCO.







