No Dia Global de Conscientização sobre o Câncer de Pele Não Melanoma, celebrado em 13 de junho, o alerta se volta para hábitos cotidianos que ainda aumentam o risco da doença mais frequente no Brasil. O país deve registrar cerca de 263 mil novos casos por ano no triênio de 2026 a 2028, segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA). O número corresponde a uma taxa de 122,9 casos para cada 100 mil habitantes, sendo 136,1 mil em homens e 127,1 mil em mulheres.
Mesmo com o avanço das campanhas de prevenção e o acesso cada vez maior à informação, ainda é comum que comportamentos do dia a dia contribuam para o desenvolvimento do câncer de pele não melanoma. A maior parte dos casos está relacionada à exposição solar acumulada ao longo da vida e a falhas simples na proteção diária, que muitas vezes passam despercebidas.
“O câncer de pele não melanoma é altamente tratável quando diagnosticado precocemente, mas ainda vemos muitas pessoas negligenciando cuidados básicos e sinais iniciais da doença”, afirma o coordenador de Dermatologia do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC Oncologia), Dr. Aldo Toschi.
A seguir, o Dr. Aldo Toschi lista 5 erros comuns que colocam a pele em risco:











