Número representa uma queda de 1,3 milhão em relação ao recorde registrado em fevereiro, de 3,128 milhões de pedidos aguardando análise A fila de espera do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) encerrou o mês de junho com 1,831 milhão de requerimentos aguardando análise, uma queda de 1,3 milhão em relação ao recorde registrado em fevereiro. Naquele mês, eram 3,128 milhões de pedidos aguardando análise. Do estoque atual, 825 mil requerimentos são de processos aguardando análise há menos de 45 dias, enquanto outros 555 mil pedidos aguardam resposta há mais de 45 dias, portanto acima do prazo legal. Ainda há 451 mil requerimentos que dependem de alguma ação do segurado (como entrega de documentos). Os números foram apresentados nesta terça-feira (30) durante reunião do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS). A fila atual, de 1,8 milhão de requerimentos, é o menor patamar registrado desde setembro de 2024. “Nosso compromisso não é apenas reduzir a fila. É reduzir o tempo de espera das pessoas. Porque, por trás de cada requerimento, existe um cidadão que precisa da proteção do Estado”, afirmou durante a reunião o diretor de Benefícios do INSS, Leonardo Bittencourt. A redução da fila do INSS é uma prioridade do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em ano eleitoral. Diversas medidas têm sido adotadas pelo governo para ajudar nessa missão, como contratação de novos servidores, atendimento por telemedicina em regiões onde há poucos profissionais e continuidade do programa que prevê bônus aos servidores por análises adicionais. Tempo médio de análise O tempo médio que o INSS tem levado para concluir a análise dos requerimentos está em 50 dias. O número de concessões também tem aumentado, passando para uma média de 700 mil benefícios concedidos por mês. Em períodos anteriores, a média de concessão era de 400 mil a 500 mil. Da fila ainda existente, 38% dos requerimentos aguardando análise são de benefício por incapacidade, 32% do Benefício de Prestação Continuada (BPC), 16% de aposentadorias, 7% de auxílio-maternidade e 7% de pensões e auxílio-reclusão. Fachada da sede do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) — Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Fila do INSS cai para 1,8 milhão de requerimentos, menor patamar desde setembro de 2024
Número representa uma queda de 1,3 milhão em relação ao recorde registrado em fevereiro, de 3,128 milhões de pedidos aguardando análise







