A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) divulgou, nesta segunda-feira (29), os percentuais máximos de reajuste que poderão ser aplicados em 2026 a uma parcela de planos de saúde.

Os índices variam entre 5,52% e 6,2% e atingem contratos individuais assinados antes da Lei 9.656, de 1998, que regulamentou o setor de saúde suplementar.

As regras valem apenas para contratos vinculados aos chamados Termos de Compromisso, acordos firmados entre a ANS e algumas operadoras em 2004 para estabelecer critérios para os reajustes desses planos antigos.

Os percentuais máximos definidos pela agência são:

Operadoras de medicina de grupo (Amil): 5,52%