PUBLICIDADE Segundo Bruna Makluf, diretora de nutrição da Wefit, características individuais como genética, qualidade do sono e saúde intestinal influenciam diretamente a forma como cada organismo responde ao emagrecimento 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Por que o emagrecimento é mais fácil para algumas pessoas? A resposta pode estar na genética — Foto: Magnific RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 29/06/2026 - 12:10 Genética e Saúde Intestinal Impulsionam Emagrecimento Personalizado A resposta do corpo a estratégias de emagrecimento varia por fatores genéticos e comportamentais, como aponta Bruna Makluf da Wefit. Avanços em genética e saúde intestinal impulsionam abordagens personalizadas, considerando além de dieta e exercícios, aspectos como sono e estresse. Testes genéticos e monitoramento de saúde ajudam a adaptar planos ao perfil individual, refletindo uma tendência de personalização no bem-estar. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Nos últimos anos, avanços em áreas como genética, microbiota intestinal e monitoramento de saúde ampliaram a compreensão sobre os fatores que influenciam o metabolismo e a forma como o organismo responde a estratégias de emagrecimento. A partir dessas descobertas, especialistas passaram a defender abordagens mais personalizadas, que consideram características que vão além da alimentação e da prática de exercícios físicos. A mudança de perspectiva ajuda a explicar uma situação comum: mulheres que reproduzem a dieta de uma amiga, seguem o mesmo treino ou adotam hábitos semelhantes, mas obtêm resultados diferentes. Embora fatores comportamentais continuem relevantes, estudos indicam que elementos como predisposição genética, qualidade do sono, saúde intestinal, níveis de estresse e padrões hormonais também influenciam o peso corporal. "Durante muito tempo prevaleceu a ideia de que emagrecer dependia apenas de disciplina. Hoje sabemos que a resposta do organismo é mais complexa e envolve diferentes fatores biológicos e comportamentais", afirma a nutricionista Bruna Makluf, especializada em emagrecimento, saúde metabólica e longevidade. Entre os recursos que vêm sendo incorporados à prática clínica estão os testes genéticos, capazes de identificar características associadas ao metabolismo, à percepção de fome e saciedade, à absorção de nutrientes e até a aspectos relacionados ao sono e ao estresse. O objetivo não é prever resultados, mas reunir informações que auxiliem na elaboração de estratégias mais adequadas ao perfil de cada paciente. "Muitas mulheres chegam ao consultório depois de anos repetindo dietas que funcionaram para outras pessoas. O teste genético ajuda a entender por que determinadas abordagens podem ser adequadas para uma paciente e pouco eficazes para outra", explica. Outro campo que tem despertado interesse crescente é o estudo da microbiota intestinal, conjunto de microrganismos que habitam o intestino e participam de funções ligadas à digestão, ao sistema imunológico e ao metabolismo. Pesquisas recentes apontam que alterações nesse ecossistema, conhecidas como disbiose, podem estar associadas a processos inflamatórios e a diferentes respostas do organismo aos alimentos. A qualidade do sono também passou a ocupar lugar de destaque nas discussões sobre controle de peso. Evidências científicas indicam que noites mal dormidas podem interferir na produção de hormônios ligados à fome, à saciedade e ao armazenamento de gordura, dificultando o emagrecimento mesmo quando a alimentação está adequada. Diante disso, algumas clínicas e plataformas de saúde passaram a utilizar dispositivos de monitoramento capazes de acompanhar indicadores relacionados ao descanso, à recuperação física e a outros sinais fisiológicos ao longo do dia, como anéis inteligentes. As informações ajudam profissionais a identificar fatores que podem interferir nos resultados. Esse modelo já vem sendo adotado por diferentes serviços de saúde. A WeFit, plataforma voltada ao emagrecimento feminino, utiliza dados relacionados à genética, microbiota intestinal e hábitos de vida para personalizar o acompanhamento nutricional. "É comum observarmos pacientes que seguem corretamente as orientações alimentares, mas apresentam sono insuficiente ou convivem com níveis elevados de estresse. Esses fatores também precisam ser considerados quando avaliamos a dificuldade para perder peso", afirma Bruna. Bruna Makluf explicou por que algumas pessoas emagrecem com facilidade e outras não — Foto: Divulgação O uso de dados de saúde para orientar condutas nutricionais reflete uma tendência mais ampla das áreas ligadas ao bem-estar: a busca por abordagens mais individualizadas. Em vez de recomendações padronizadas, a proposta é compreender como diferentes fatores se combinam na rotina e no organismo de cada pessoa. Nesse contexto, o número na balança deixa de ser o único parâmetro relevante. Aspectos como comportamento alimentar, composição corporal, qualidade do sono, saúde intestinal e histórico clínico passam a integrar uma avaliação mais abrangente. Se durante muito tempo a principal questão era encontrar a dieta ideal, hoje o debate se desloca para outra direção, em que se busca entender por que cada organismo responde de forma diferente às mesmas estratégias e de que maneira esse conhecimento pode contribuir para a construção de hábitos mais compatíveis com a realidade de cada mulher.
Por que o corpo responde de forma tão diferente às mesmas estratégias? A explicação pode estar na genética
Segundo Bruna Makluf, diretora de nutrição da Wefit, características individuais como genética, qualidade do sono e saúde intestinal influenciam diretamente a forma como cada organismo responde ao emagrecimento







