Com vista para a Floresta da Tijuca, a cobertura combina reforma estrutural, design acolhedor e um estilo de vida mais integrado à natureza 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Duplex no Alto da Boa Vista traz atmosfera de casa de serra — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 27/06/2026 - 01:17 Duplex no Alto da Boa Vista é transformado em refúgio moderno e acolhedor Um duplex no Alto da Boa Vista, com vista para a Floresta da Tijuca, foi transformado por Rafael Sach e Pamela Lang em um refúgio acolhedor e integrado à natureza. Após uma reforma estrutural completa, a cobertura de 340 m² ganhou espaços reorganizados, como uma cozinha gourmet e uma piscina renovada. Elementos de viagens do casal, como tapeçarias e uma vitrola restaurada, enriquecem a decoração, criando um lar moderno e cheio de personalidade. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Não era exatamente o bairro por onde estavam procurando, mas quando viram o anúncio e decidiram visitar uma cobertura no Alto da Boa Vista, de 340 metros quadrados, surgiu a certeza — era ela. Faltavam poucos dias para a chegada de 2025, e o casal Rafael Sach, estatístico, e Pamela Lang, jornalista, que morava no Grajaú, fechou o negócio sem se deixar paralisar pelo susto com o estado do imóvel. “Estava completamente detonado, vazio há muitos anos”, lembra Pamela: “Mas quando chegamos no terraço, demos de cara com um paredão verde da Floresta da Tijuca e a vista linda da cidade... Decidimos na mesma hora encarar uma obra”. Antes de viajar de férias para a China, logo após a compra, o casal contratou o arquiteto Rafael Ramos, que começou a desenhar o projeto reorganizando completamente os espaços. No primeiro andar, a cozinha foi aberta para o living, um dos quartos deu lugar à sala de TV e um banheiro amplo foi dividido. Ali ficam ainda a suíte do casal, o quarto da filha Sabrina, de 16 anos, e quarto de hóspedes. Em cima, estão os ambientes voltados ao lazer, com cozinha gourmet, ofurô, lavabo e a piscina, que passou por uma recuperação estrutural. “As intervenções profundas deram conta de infiltrações, rachaduras, trincas, janelas deterioradas e diversas patologias. E foi necessário demolir parcialmente a laje existente para substituir a antiga escada por um novo desenho, melhorando a circulação”, conta Rafael Ramos. A mudança, um ano depois, foi acompanhada por um novo estilo de vida, com mais momentos dentro de casa, recebendo amigos e família, e aproveitando a integração com a natureza. Arquitetura e decoração foram pensadas para isso. O sofá em ilha, por exemplo, se posiciona de frente para a mata e permite diferentes configurações. Já a mesa de jantar incorpora também a função para jogo de bilhar, hobby preferido dos moradores. Entre a escada e a janela da sala, uma bancada-bar em pedra acomoda bebidas e conta com armário suspenso e miniadega. “A paleta terrosa ainda contribui para a atmosfera acolhedora, presente na marcenaria, em tecidos, pedras e obras de arte, além de tons areia, verde esmaecido, off-white e palha”, pontua o arquiteto. As viagens que Rafael e Pamela tanto gostam de fazer aparecem em todos os cantos. A tapeçaria trazida de Oaxaca, no México, virou quadro em destaque na sala. Da China, há cartões-postais de propaganda da época da revolução cultural pendurados. Outra peça afetiva é a vitrola do avô de Pamela. “Ela é alemã, de 1958, e foi dada de presente para a família do meu avô, que morava no interior de Minas Gerais. Restauramos e ela ganhou uma adaptação para bluetooth. Ficou linda na sala”, orgulha-se a jornalista: “É o resultado que a gente queria. Casa moderna, sem ser fria, com alma, para ser usada. Construímos um lar!”.