Alta de movimento em shoppings e comércio de rua não se traduz em mais compras, com dívidas e inflação pesando nas decisões Flávia Pini: chegada do frio no centro-sul do país deve impulsionar vestuário — Foto: Divulgação O movimento em lojas de shopping e de rua cresceu 10% em maio em comparação com o mesmo período do ano passado, mas esse avanço não se converteu em faturamento para o varejo brasileiro, que recuou 6% no período, segundo o Índice de Performance do Varejo (IPV), desenvolvido pela HiPartners.

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