O telefone de Marios apita e se ilumina. Ele acaba de receber uma mensagem de WhatsApp minha pedindo uma entrevista para esta reportagem.
Ele quer responder imediatamente. A vontade, ele me conta mais tarde, é avassaladora.
No entanto, ele está no meio de uma sessão de terapia sobre seu vício em telefone celular. Ele não pode responder agora.
Ele se controla. Mas assim que a reunião termina, ele volta ao telefone e, uma hora depois, nos falamos através de uma chamada de vídeo.
"Sinto muito", digo. "A última coisa que eu queria fazer era interromper sua sessão."









