O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou neste domingo (28) que o número de mortos no país chegou a 1.450 após dois terremotos atingirem o país na última quarta (24).
O balanço anterior divulgado também pelo irmão da líder interina Delcy Rodríguez era pouco menor, com 1.430 mortes. Ele não informou um novo número de feridos, mas a cifra anterior era de mais de 3.200 feridos, além de mais de 3.200 famílias desalojadas. A estimativa de desaparecidos ultrapassa os 50 mil, segundo a ONU. O ritmo das atualizações tem sido irregular e, logo após a tragédia, os comunicados vieram de diferentes autoridades do regime.
À medida que socorristas trabalham nos prédios destruídos, a tendência é que a quantidade de vítimas siga aumentando, também porque a possbilidade de haver sobreviventes diminui a cada hora. Os órgãos de ajuda humanitária consideram as primeiras 48 a 72 horas um período crucial para resgatar pessoas com vida. Esse tempo pode ser estendido caso as vítimas consigam ter acesso a alimentos e água.
Delcy informou na madrugada de sábado para domingo que a Venezuela já recebeu apoio de 24 países. Segundo ela, os governos "enviaram 521 toneladas de suprimentos, 86 equipes com cães e mais de 2.741 profissionais de busca, resgate e apoio". Junto com as equipes venezuelanas, todos já estão em ação para buscar as vítimas do desastre, afirmou ela.











