Os microeventos, encontros menores, segmentados e personalizados, figuram entre as dez principais tendências do live marketing global neste ano, segundo o relatório Event Marketing Trends 2026, da agência VOK DAMS. O levantamento confirma uma percepção que já circulava entre profissionais do setor: formatos pequenos, precisos e pessoais vêm ganhando espaço diante de eventos massivos.
Para entender o fenômeno no Brasil, ouvimos Ana Nani, CEO da Alternativa F, agência especializada em live marketing e vencedora do prêmio Caio. Segundo ela, “não existe mais espaço para experiências genéricas e rasas, independentemente do tamanho do evento”. A executiva destaca que “a grande tendência é criar experiências realmente personalizadas e que façam as pessoas se sentirem parte e especiais”, o que melhora o engajamento entre os participantes.
Tamanho não define relevância
Apesar do nome sugerir algo simples, Nani reforça que o formato exige planejamento intenso. “Microevento não significa um evento simples, pequeno ou menos relevante”, afirma. Segundo ela, “na maioria das vezes, significa exatamente o contrário: mais curadoria, mais personalização e mais investimento na experiência individual”. A executiva ainda pontua que esses encontros muitas vezes demandam menos recursos do que eventos de grande porte, sem perder eficiência de retorno.













