Jerusalém (EFE).- O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou nesta sexta-feira em uma mensagem pré-gravada que, após as negociações e o acordo alcançado nos Estados Unidos, as forças israelenses mobilizadas no sul do Líbano deixarão duas áreas que ele não especificou, para serem substituídas pelo Exército libanês.
«Estamos permitindo que o Exército libanês se organize para tomar território. Estamos desenvolvendo duas zonas piloto, ambas por recomendação das Forças de Defesa de Israel», disse Netanyahu sobre os pontos de recuo.
Um deles, segundo o premiê, fica fora do que Israel denomina a «zona de segurança», ao sul do rio Litani, e o outro ao norte deste rio e dentro da faixa ocupada militarmente por Israel. Sobre essa segunda região, Netanyahu disse que as forças do país a haviam ocupado «nas últimas semanas» e que «não precisam» dela.
Apesar disso, o mandatário insistiu que Israel continuará mantendo sua presença no país vizinho.
«O mais importante é que, em primeiro lugar, Israel permanece na zona de segurança do sul do Líbano. Este é um grande feito, e o manteremos enquanto o Hezbollah não se desarmar, enquanto existir um perigo para o Estado de Israel», acrescentou.














