Encontro foi organizado pelo Consulado da Noruega no Rio 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Remada Viking no Leme — Foto: Guito Moreto / Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 26/06/2026 - 15:54 Torcida norueguesa promove fusão cultural com samba no Leme Na praia do Leme, a "remada viking" da torcida norueguesa se uniu ao samba brasileiro em um evento organizado pelo Consulado da Noruega no Rio. O encontro, que antecedeu a partida da Noruega contra a França na Copa do Mundo, celebrou a fusão cultural com tambores nórdicos e a Unidos da Tijuca. Ernesto Magalhães destacou o valor simbólico dessa diversidade, usando roupas que representam Brasil, Noruega e México. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A viral "remada viking" da torcida norueguesa na Copa do Mundo invadiu até a orla carioca. Nesta sexta-feira, um "barco nórdico" foi formado na praia do Leme para gritar "ro" (remada em português) antes do confronto entre Noruega e França no Mundial. O evento foi organizado pelo Consulado da Noruega no Rio de Janeiro e reuniu dezenas de noruegueses que vivem na cidade. Remada viking invade a praia do Leme 1 de 6 Remada viking no Leme — Foto: Guito Moreto / Agência O Globo 2 de 6 Remada viking no Leme — Foto: Guito Moreto / Agência O Globo X de 6 Publicidade 6 fotos 3 de 6 Remada viking no Leme — Foto: Guito Moreto / Agência O Globo 4 de 6 Noruegueses na orla do Leme, Zona Sul do Rio — Foto: Guito Moreto / Agência O Globo X de 6 Publicidade 5 de 6 Remada viking no Leme — Foto: Guito Moreto / Agência O Globo 6 de 6 Bateria da Unidos da Tijuca esteve no encontro de noruegueses no Leme — Foto: Amanda Rosa X de 6 Publicidade Encontro misturou tambor nórdico com samba Além de celebrar os antigos guerreiros e navegadores escandinavos, a iniciativa se propôs a mesclar as culturas brasileira e norueguesa. Para isso, o tambor nórdico que chama o grito para a remada se misturou com sambas embalados pela escola de samba Unidos da Tijuca. Ernesto Magalhães acredita que o melhor da Copa do Mundo é a mistura cultural que o evento proporciona. O escritor participa da "remada viking" coletiva vestindo a camisa - ou camisas - desse pensamento. Ele está com um boné do Brasil, uma blusa da Noruega e outra do México, e essa aglutinação é cercada de significado. -- Eu tenho uma amiga que trabalha no Consulado da Noruega, que me chamou para o evento, e eu quis prestigiá-la, por isso a blusa da Noruega mesmo sendo mineiro e vivendo no Rio. Eu ainda estou com outra blusa debaixo, do México, porque morei lá e tenho um carinho enorme por aquele país, que também joga hoje -- disse Magalhães.