Órgão de controle vai verificar se recursos destinados a entidades ligadas à produtora foram desviados para financiar o longa 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 'Dark Horse' é classificado no gênero de crime pelo IMDb — Foto: Reprodução/IMDb RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 26/06/2026 - 16:07 CGU Investiga Uso de Emendas Parlamentares em Filme sobre Bolsonaro A Controladoria-Geral da União (CGU) investiga se emendas parlamentares foram usadas para financiar "Dark Horse", filme sobre Jair Bolsonaro. A auditoria examina o destino dos recursos destinados a entidades ligadas à produtora do filme, gerida por Karina da Gama. A análise focará em desvios de finalidade, com resultados encaminhados ao STF. A defesa nega irregularidades, alegando uso correto dos fundos. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Controladoria-Geral da União (CGU) iniciou uma auditoria para apurar se recursos de emendas parlamentares destinados a entidades ligadas à produtora do filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, foram desviados para financiar a produção cinematográfica. O resultado da apuração será encaminhado ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator da investigação sobre o caso. A auditoria terá como foco rastrear o caminho do dinheiro público destinado às entidades comandadas pela empresária Karina da Gama, produtora do longa. Os auditores deverão verificar se os recursos foram efetivamente empregados nos projetos previstos nas emendas parlamentares ou se houve desvio de finalidade, com eventual utilização indireta para custear o filme sobre Bolsonaro. No inquérito relatado por Dino, são analisados os repasses de recursos públicos para entidades ligadas à produtora e a suspeita de que parte desse dinheiro possa ter financiado a produção do longa. A atuação da CGU tem como objetivo produzir uma análise técnica sobre a execução das emendas, verificando documentos, prestações de contas e a efetiva realização dos projetos apresentados pelas entidades beneficiadas. As conclusões poderão subsidiar a investigação em curso no STF. Entre os casos analisados está uma emenda de R$ 2 milhões destinada pelo deputado federal Mário Frias (PL-SP) ao Instituto Conhecer Brasil (ICB), entidade ligada à produtora. Ao STF, a defesa de Frias negou qualquer irregularidade. Os advogados afirmaram que os recursos foram destinados a projetos de inclusão digital, letramento, empreendedorismo e atividades esportivas voltadas a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Também sustentaram que não há prova de que o dinheiro tenha sido utilizado para financiar Dark Horse. Além da apuração conduzida no Supremo, a produtora também é alvo de uma investigação da Polícia Civil de São Paulo, que apura suspeitas de desvio de finalidade envolvendo contratos firmados por entidades controladas por Karina da Gama com a prefeitura paulistana.
CGU apura se emendas parlamentares financiaram 'Dark Horse', filme sobre Bolsonaro
Órgão de controle vai verificar se recursos destinados a entidades ligadas à produtora foram desviados para financiar o longa







