Melhor jogador do Mundial de 2010, ele também elogiou Federico Valverde, defendeu a permanência dos centroavantes clássicos e revela que chegou a ter a possibilidade de atuar pela seleção espanhola 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Diego Forlán celebra com um cachecol do Uruguai após atuação marcante na Copa do Mundo de 2010, torneio em que foi eleito o melhor jogador da competição — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 26/06/2026 - 06:30 Diego Forlán destaca Uruguai como desafio para Espanha no Mundial Diego Forlán, ídolo uruguaio e melhor jogador da Copa de 2010, considera o Uruguai um adversário 'problemático' para a Espanha no Mundial, destacando a competitividade histórica do país. Ele elogia Federico Valverde e defende a importância dos centroavantes clássicos como Lewandowski e Suárez. Revela ainda que teve a chance de atuar pela Espanha devido à cidadania, mas optou pelo Uruguai. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Ídolo da seleção uruguaia e eleito o melhor jogador da Copa do Mundo de 2010, Diego Forlán acredita que o confronto entre Uruguai e Espanha será um dos desafios mais complicados da fase de grupos do Mundial. Em entrevista ao jornal espanhol AS, o ex-atacante afirmou que a equipe celeste continua sendo um rival difícil de ser enfrentado, apesar do favoritismo atribuído aos espanhóis. Na avaliação de Forlán, a competitividade uruguaia ajuda a explicar por que um país com pouco mais de 3 milhões de habitantes segue brigando em alto nível no futebol internacional e atribui isso ao perfil histórico do povo uruguaio. — É sempre complicado jogar contra a Espanha, uma equipe fantástica e uma das favoritas. Mas também sabemos que somos um adversário difícil. Quando sai o sorteio e você sabe que vai enfrentar o Uruguai, somos um time problemático — afirmou. Cerimônia de abertura da Copa do Mundo no Canadá 1 de 11 Performance das artistas Elyanna e Jessie Reyez, durante cerimônia de abertura da Copa do Mundo no Canadá — Foto: Michael StelleI / Getty Images North America/ Getty Images via AFP 2 de 11 Artistas se apresentam na cerimônia de abertura da Copa do mundo 2026 em Toronto, no Canadá — Foto: Cole Burston / AFP X de 11 Publicidade 11 fotos 3 de 11 Torcedores do Canadá e da Bósnia posam juntos para foto no BMO Field, em Toronto — Foto: Michael StelleI / Getty Images North America/ Getty Images via AFP 4 de 11 Torcedora canadense pinta a taça da Copa do Mundo na metade esquerda do rosto, antes da partida entre Canadá e Bósnia — Foto: Michael StelleI / Getty Images North America/ Getty Images via AFP X de 11 Publicidade 5 de 11 Torcida chegando nos arredores do estádio — Foto: Michael StelleI / Getty Images North America/ Getty Images via AFP 6 de 11 Torcedora da Bósnia posa para foto com o estádio no fundo — Foto: Michael StelleI / Getty Images North America/ Getty Images via AFP X de 11 Publicidade 7 de 11 Artista participa da cerimônia de abertura da Copa do Mundo no Canadá — Foto: Francois Nel/Getty Images/AFP 8 de 11 Sanjoy, Nora Fatehi e Vegedream performam durante cerimônia de abertura na Copa do Mundo no Canadá — Foto: Francois Nel/Getty Images/AFP X de 11 Publicidade 9 de 11 Como no México, a abertura da Copa do Mundo no Canadá contou com uma escultura gigante da taça do torneio — Foto: Cole Burston / AFP 10 de 11 Falha na escultura da Copa do Mundo — Foto: Michael Steele/Getty Images/AFP X de 11 Publicidade 11 de 11 Cerimônia de abertura da Copa do Mundo no Canadá — Foto: Michael Steele/Getty Images/AFP Imagens do início do torneio O ex-jogador também analisou a evolução dos atacantes no futebol atual e disse que aprecia o surgimento de jogadores mais móveis, mas considera importante que os tradicionais camisas 9 continuem ocupando espaço nas grandes equipes. Para Forlán, o futebol mudou sem abandonar completamente as características dos centroavantes de referência, capazes de atuar dentro da área e servir como ponto de apoio ofensivo. — Gosto de atacantes que são muito móveis. Mas também gosto que aqueles camisas 9 como Lewandowski, Haaland e Luis Suárez não tenham desaparecido. São jogadores muito necessários — disse. Ao comentar a atual geração uruguaia, o ex-atacante fez elogios ao meio-campista Federico Valverde, um dos líderes da seleção e hoje capitão do Real Madrid. Os dois chegaram a conviver no Peñarol quando o volante ainda iniciava a carreira profissional. Segundo Forlán, já era possível perceber desde cedo o potencial do jogador, que se destacava tanto pelo talento quanto pela postura discreta fora de campo. — Ele era muito humilde, muito quieto; dava para ver que tinha grandes habilidades e um enorme talento. Estou muito feliz pela carreira que está construindo — afirmou. Forlán ainda revelou que, por possuir cidadania espanhola herdada da família, chegou a ter a possibilidade de defender a seleção da Espanha antes de estrear pelo Uruguai. A hipótese, no entanto, nunca passou de uma possibilidade concreta, já que iniciou cedo sua trajetória pela Celeste. — Tenho passaporte espanhol desde muito jovem, então essa possibilidade poderia ter existido. Mas comecei cedo na seleção uruguaia e, depois dessa decisão, não poderia jogar por outra equipe — explicou.