Governo venezuelano também disse que outras 1.520 pessoas ficaram feridas e 250 edifícios desabaram ou ficaram danificados. Balanço é provisório. Vídeo mostra momento em que prédio desabou na Venezuela O número de mortos por conta dos terremotos na Venezuela subiu nesta quinta-feira (25) para 188 pessoas, segundo o último balanço do governo venezuelano. O novo balanço também afirma que há 1.520 feridos e 200 pessoas presas em escombros. O presidente do Parlamento venezuelano, Jorge Rodríguez, que informou o novo balanço das vítimas, disse também que o governo registrou, até agora, 250 edifícios que foram totalmente derrubados ou sofreram danos. O balanço, segundo Rodríguez, é provisório. Equipes de resgate agora lutam para encontrar desaparecidos e retirar pessoas de escombros. Grupos montados por moradores das áreas afetadas para quem está buscando por parentes e conhecidos já registra mais de 24 mil desaparecidos. Pelas redes sociais, há também vários relatos e imagens de edifícios que desabaram (veja no vídeo acima). Imagem mostra destruição em Catia La Mar, na Venezuela, após terremoto — Foto: Federico Parra/AFP LEIA TAMBÉM: Os terremotos Entenda terremoto na Venezuela — Foto: Arte/g1 Os dois terremotos que abalaram a Venezuela ocorreram em um intervalo de menos de um minuto e com uma diferença de 5 quilômetros entre eles. O epicentro do tremor mais forte foi registrado na cidade venezuelana de El Guayabo, a 168 km da capital Caracas. Réplicas ocorreram em cidades costeiras perto da capital venezuelana, como La Guaira, que ficou fortemente destruída. O aeroporto internacional de Caracas também foi fechado. Além da intensidade dos tremores — de magnitudes 7,2 e 7,5 — a baixa profundidade dos dois abalos também explica o rastro de destruição deixado. Isso porque, quanto mais perto do solo, mais sentido é o terremoto. Os tremores também ocorreram em áreas densamente populadas. Um cálculo feito pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), estimou, com base nessas variáveis, que o número de mortos possa passar de 10 mil pessoas. Agora no g1