Eleições 2026

As negociações entre PT e PSB para a formação de um palanque único para o presidente Lula (PT) no Distrito Federal vivem um impasse. Os dois partidos defendem a unidade do campo progressista, mas nenhum aceita abrir mão da cabeça de chapa na corrida ao Palácio do Buriti.

Há quatro anos, as siglas também travaram negociações prolongadas até a definição das alianças locais. Desta vez, entretanto, os sinais emitidos pelos dois lados apontam para uma divergência mais expressiva.

A Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) ofereceu aos pessebistas a vaga de vice na chapa encabeçada por Leandro Grass (PT) A proposta foi rejeitada. À reportagem, o pré-candidato do PSB, Ricardo Cappelli, afirmou que “não existe hipótese” de apoiar o petista e disse manter o convite para que o PT indique o vice em sua chapa.

Do lado petista, a avaliação é que ainda há espaço para conversas. Grass afirmou a CartaCapital acreditar que o PSB integrará a frente formada pela federação, que mantém tratativas avançadas com PDT, Rede e PSOL. Segundo ele, o PSB “desistirá da candidatura isolada”.