Comunidade internacional passou a mobilizar equipes de resgate, ajuda humanitária, recursos médicos e apoio logístico; terremotos deixaram ao menos 32 mortos e mais de 700 feridos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Terremoto provoca pânico em Caracas nesta quarta-feira (24) — Foto: MANAURE QUINTERO / AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 25/06/2026 - 07:06 Terremotos na Venezuela: Países Se Unem em Ajuda Humanitária Global Após terremotos de magnitudes 7,2 e 7,5 na Venezuela, que resultaram em 32 mortos e mais de 700 feridos, a comunidade internacional se mobilizou para oferecer ajuda. EUA, Índia, China, Alemanha, Espanha, Itália e Portugal estão entre os países que enviaram equipes de resgate, recursos médicos e apoio logístico. A tragédia gerou solidariedade global, com esforços conjuntos para assistência e reconstrução. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Os terremotos de magnitudes 7,2 e 7,5 que atingiram a Venezuela na quarta-feira e deixaram ao menos 32 mortos e mais de 700 feridos provocaram uma onda de solidariedade internacional. Governos de diferentes continentes anunciaram apoio às autoridades venezuelanas, com ofertas que vão desde equipes de resgate e ajuda humanitária até transporte militar e cooperação para reconstrução. Os Estados Unidos foram um dos primeiros países a se manifestar. O presidente Donald Trump afirmou que o governo americano está “pronto, disposto e apto a ajudar” a Venezuela diante da tragédia, enquanto o secretário de Estado, Marco Rubio, informou que Washington enviará imediatamente equipes de busca e salvamento, recursos médicos e assistência humanitária para as áreas afetadas. Forte terremoto atinge a Venezuela 1 de 10 Prédios destruídos, feridos e pânico: imagens mostram destruição causada por terremoto na Venezuela — Foto: Juan Barreto/AFP 2 de 10 O governo venezuelano declarou estado de emergência após dois fortes terremotos atingirem o país quase consecutivamente — Foto: Juan Barreto/AFP X de 10 Publicidade 10 fotos 3 de 10 Os tremores foram sentidos até na Colômbia e no Brasil — Foto: Federico Parra/AFP 4 de 10 As cenas em Caracas eram de destruição e pânico — Foto: Federico Parra/AFP X de 10 Publicidade 5 de 10 Pessoas do lado de fora gritavam os nomes de seus parentes, e alguns voluntários escalavam os escombros — Foto: Federico Parra/AFP 6 de 10 Diversas áreas ficaram sem energia elétrica. Muitas ruas estavam cobertas de cacos de vidro — Foto: Manaure Quintero/AFP X de 10 Publicidade 7 de 10 Pessoas que evacuaram prédios em Caracas esperaram mais de uma hora antes de retornar — Foto: Manaure Quintero/AFP 8 de 10 Prédios desabaram em diferentes partes de Caracas — Foto: Manaure Quintero/AFP X de 10 Publicidade 9 de 10 Dezenas de socorristas trabalhavam entre os escombros em busca de possíveis vítimas e sobreviventes — Foto: Federico Parra/AFP 10 de 10 A Venezuela é frequentemente atingida por terremotos — Foto: Federico Parra/AFP X de 10 Publicidade Prédios desabaram em diferentes partes de Caracas A Índia também colocou sua estrutura à disposição. Em mensagem publicada nas redes sociais, o primeiro-ministro Narendra Modi disse estar “profundamente entristecido” com a devastação causada pelos terremotos e transmitiu condolências às famílias das vítimas, acrescentando que o país está preparado para prestar “toda a assistência possível”. A China seguiu a mesma linha. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, declarou que Pequim está disposta a fornecer toda a ajuda necessária, conforme as demandas apresentadas pelo governo venezuelano, e informou que, até o momento, não havia registro de cidadãos chineses entre as vítimas. Na Europa, a Alemanha anunciou que pode disponibilizar, em curto prazo, seis aeronaves militares Airbus A400M para apoiar as operações de socorro, caso seja solicitada oficialmente. A Espanha ofereceu assistência emergencial por meio de sua Unidade Militar de Emergências (UME) e da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID), enquanto o ministro das Relações Exteriores espanhol, José Manuel Albares, conversou com autoridades venezuelanas para coordenar a ajuda. A Itália informou que solicitará à União Europeia a ativação do Mecanismo de Proteção Civil do bloco, instrumento utilizado para coordenar e financiar respostas a grandes desastres naturais. Segundo o chanceler Antonio Tajani, Roma acompanha de perto a situação e está pronta para contribuir com as ações humanitárias. Portugal também adotou medidas de apoio, disponibilizando canais de emergência para cidadãos portugueses que vivem na Venezuela por meio de seus consulados-gerais em Caracas e Valência, orientando que situações urgentes sejam comunicadas às representações diplomáticas. Os terremotos registrados na quarta-feira foram os mais intensos a atingir a Venezuela em mais de um século, segundo dados históricos do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Além da destruição em Caracas e em outras regiões do país, os tremores foram sentidos na Colômbia e em partes do Brasil, provocando uma mobilização internacional enquanto equipes de resgate seguem em busca de sobreviventes sob os escombros.