A presença de cães-robô na Copa do Mundo desperta uma pergunta inevitável: essa tecnologia pode chegar às residências? A resposta é sim, mas não da forma mais óbvia. Cães-robô não são eletrodomésticos e não foram criados para substituir animais de estimação. Eles são plataformas móveis de segurança, inspeção, comunicação e monitoramento.
No ambiente doméstico, o uso ainda é restrito, caro e distante da realidade da maioria das famílias. Mesmo assim, a lógica por trás desses robôs já aponta uma tendência importante: casas mais conectadas, com sensores, câmeras, alertas inteligentes e equipamentos capazes de observar o ambiente de forma ativa.
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