O avanço da inteligência artificial costuma ser medido pelo desempenho de algoritmos, plataformas digitais e ferramentas capazes de produzir textos, imagens ou análises em poucos segundos. Mas uma das transformações mais visíveis da tecnologia acontece longe das telas. Aos poucos, a inteligência artificial começa a ganhar corpo, rodas, sensores e capacidade de interação física com o ambiente ao seu redor.

Essa mudança pode ser observada na Eletrolar Show All Connected 2026, realizada nesta semana no Distrito Anhembi, em São Paulo. Entre os destaques da feira está o Robot Park Experience, espaço criado para apresentar aplicações práticas de robótica, automação e inteligência artificial. A iniciativa reúne desde humanoides capazes de interagir com pessoas até equipamentos desenvolvidos para tarefas de monitoramento, logística e atendimento.

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